Pessoas que inspiram a minha vida

Existem pessoas com quem, por algum motivo, a gente se identifica. Pessoas que irradiam luz própria, que falam coisas que a gente queria ter falado. Que, por pura convivência, nos fazem mais criativas e espontâneas junto com elas. Sua influência nos abre a cabeça para mil possibilidades, elas no fazem pensar por outros ângulos, têm sempre uma piadinha inteligente ou um algo novo e bafônico para nos apresentar. São pessoas inspiradoras…

Eu adoro estar rodeada dessas pessoas que eu admiro e que me tornam uma pessoa melhor e muito mais interessante. Pessoas que me incitam a descobrir partes de mim que eu mesma desconheço, que me provocam reações que nem eu mesma esperava. Acredito muito que podemos nos identificar com cada pessoa de uma forma diferente, criando sempre novas conexões entre assuntos, sensações, gostos pessoais e formas de pensar. Mas nem sempre é possível estar perto dos nossos amigos mais (ins)pirados, e como pra mim referência é tudo, busco esses gurus também aqui na internet.

Muito além de contatos, busco pessoas que tenham algum valor para agregar. Acho legal também ter como base pra vida, por exemplo, pessoas que trabalham em empresas tu admira – ou queria trabalhar. Se essas pessoas não forem muito acessíveis, acompanhar blogs, instagram e outras mídias sociais pode dar pistas para saber o que elas fizeram para atingir o sucesso. Espelhar-se em alguém não é algo ruim e pode ajudar com dificuldades e motivações.

Não é a toa que me intitulo Stalker, mas garanto que sou uma stalker do bem, não sou hacker, nem busco informações proibidas, mas sou ótima em dar um search no Google, encontro qualquer coisa que eu queira, e também sou ótima em descobrir pessoas com quem tenho afinidades e novas mídias sociais.  Dessas pessoas, muitas eu sigos e guardo referências de livros, músicas, looks, beleza, locais, tattoos, frases e tudo mais com que eu possa me identificar. Pra mim, somos formados de pedacinhos das pessoas que nos cercam e da mistura de inspiração alheia que, juntas, nos tornam únicos.

Entre as pessoas que mais admiram na web, criei uma listinha com as top 5 it girls mais inspiradoras pra mim:

CAROL TEIXEIRA

Ela é formada em filosofia, é DJ, é ousada, publicou o primeiro livro aos 23 anos, escreve sobre sexo pra Revista Vip e apresenta suas ideias sempre por um viés filosófico. Foi ela que “me apresentou” parte dos melhores livros que já li e abriu minha cabeça para muitos assuntos polêmicos. Além disso, ela tem um blog chamado A Obscena Senhorita C (o nome é referência ao livro A Obscena Senhora D, da escritora e poeta brasileira Hilda Hilst), onde fala sobre sexo diretamente com as mulheres, de forma livre e sem papas na língua – falo mais sobre ele aqui. Fora que ela é super estilosa, usa cabelo rosa e consegue atingir aquele patamar de pessoa bonita AND sensual AND inteligente AND cool que todo mundo sonha um dia alcançar. Sabe aquela pessoa livre, bem resolvida, a frente do seu tempo? É ela.

MARIMOON

A Marimoon dispensa apresentações, aquela pessoa fofíssima de cabelo colorido que arrasa por onde passa. Comecei curtindo sua coragem para ousar, seus  cabelos coloridos e os espartilhos e coturnos incríveis que ela usava, e depois passei a acompanhar mais de perto seus trabalhos, textos e vídeos. Ela desperta esse meu lado mais lúdico e quase infantil, e refina minhas referências sobre quadrinhos, mangás, música pop e desenhos animados que amo desde que me conheço por gente. Além do mais, ela é uma pessoa super do bem, que tem um alto astral incrível, está sempre ensinando coisas legais em seus canais, desde como editar as fotos, até artes, música, comportamento e assuntos geek.  Ela é super inteligente e tem um estilo girlie/ rocker que eu admiro muito!

CAROL BURGO

É uma blogueira que conheci por acaso e que me encanta com seus textos de autoconhecimento. Sabe aqueles textos que a gente pensa: “nooossa, eu queria ter escrito isso!”? Ela tem um bom gosto incrível, é super artística, desapegada, e ao mesmo tempo cria looks super legais. Com ela aprendi muito sobre moda, combinações inusitadas, proporções e cores e, diante de seus conflitos, também um pouco sobre mulheres e sobre mim mesma. Ela é daquelas bem gente como a gente e também tem uma loja virtual com estampas que ela mesma cria, e com um conceito bem criativo, a Prosa.

JOANNA MOURA

Comecei a acompanhar o blog Um ano sem Zara desde a metade do desafio de 1 ano sem comprar roupas que a Jojô se impôs. Nesse ano, ela conseguiu multiplicar seu armário de todas as maneiras possíveis, usando suas peças das formas mais inusitadas, criando misturas improváveis, novas formas de usar uma peça (tipo, vestido com saia) e recriando looks. Aprendi muuito com suas misturanças, e foi com ela que aprendi a misturar estampas, e ampliar as possibilidades do meu guarda-roupa e por causa dela fiquei longos períodos sem fazer compras, e consegui guardar dinheiro para viagens e para me estabilizar financeiramente, o que pra mim foi muito importante. Depois desse ano de aprendizado, ela já guardou uma grana, ascendeu profissionalmente, casou, foi morar em São Francisco e agora está brilhando em Londres. Hoje ela dá dicas que vão muito além das combinações de roupas. Grande inspiração!

YASMIN BRUNET

Pensei muito em quem eu ia eleger para ocupar este quinto lugar na minha listinha de pessoas inspiradoras. E a Yasmin Brunet foi a escolhida porque ando muito conectada com ela nessa vibe de reflexão sobre o quão louca e extraordinária é a nossa existência, esses questionamentos de quem somos e porque estamos aqui nesse planeta redondo, suspenso no espaço. Ela fala muito sobre os mistérios da vida, e o quanto devemos buscar essa conexão com o mundo e com a natureza, que deixamos de lado no nosso dia a dia. Me identifico com ela nesse sentido de ser muito curiosa, estar sempre pesquisando e querer aprender sempre mais sobre tudo. Além disso, admiro a relação dela com a comida, sempre priorizando a nutrição e os benefícios, o que vem da terra, coisas muito naturais. E também a forma simples e desprendida como se veste, acho que mostra bem sua personalidade simples e desapegada. Ela está sempre provocando reflexões e querendo salvar o mundo. Gosto disso, apesar de nem sempre concordar com tudo o que ela fala.

E isso resume um pouco dos meus interesses e de modelos que levo pra vida.

Beijos,

Lu

 

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Too much man repeller

FotorCreated
NOOO, This is so much man repeller

Eu adoro o estilo “man repeller”, adoro roupas oversized, calça cargo, boyfriend, cenoura, saurel e estilo Aladim, com punho na barra.  Adoro moletom, jaqueta jeans largona e tênis de lantejoula. Adoro usar o cabelo vermelho e laranja pegando fogo. Adoro unhas azuis, verdes, pretas. Batom roxo, azul, preto. Meias com sandálias, brilhos espelhados e beber até cair.

Acho mesmo super legal essa proposta da Leandra Medine (que está no Brasil), do blog Man Repeller, de vestir o que está afim sem se importar com o que os outros pensam. Eu meio que tento fazer isso diariamente, apesar de ser bem difícil quando se mora com os pais e se trabalha em escritório. Mas ainda assim eu tento. E daí estive pensando, pq não consigo gostar do estilo dela, se me identifico com suas ideias?

A conclusão que cheguei é justamente que é porque o estilo é DELA, e ainda bem que somos todas diferentes, cada uma com seu estilo, referências e escolhas. Eu não entendo muito bem quem se inspira nela para se vestir, mas entendo totalmente quem leva em consideração às ideias dela e seu desapego em agradar quem está na volta (o que, pelo visto, tem o efeito inverso, acaba assim mesmo agradando).

Já entrei diversas vezes no blog Man Repeller, já tentei me inspirar em algumas tendências. Mas gente, não dá! Me sinto um ET, sinto que estou indo contra as blogueiras que tanto me trazem inspirações, e me sinto totalmente contraditória, uma vez que me inspiro nelas, e elas se inspiram em Leandra Medine.

Se tudo é adaptação, vou apresentar aqui algumas modas man repeller que eu curto e algumas que não curto.

Talvez eu esteja mesmo ainda muito presa a conceitos e não consigo enxergar além, mas acho as roupas dela muito bregas. Parece que ela pegou tudo que tinha no guarda-roupa e botou por cima. E olha que costumo fazer isso, mas ela faz no nível máster! hehehe Tenso.

Tipo isso, que pra mim chega ao nível da bizarrice:

NO
NO.

Já esses até que eu curti e talvez usaria. Mix de estampas, botas longas com saia, sobreposições. Eu curto, de verdade!

OK
OK.

Acho que o problema é porque é tudo muito solto e misturado. Ou muito simplório. Ou muito esculhambado. Não sei. Ela chega a ser uma caricatura de si mesma, não parece natural. Parece forçado (na minha humilde opinião).

Porééém, e pra tudo há um porém nessa vida, acho essa proposta dela super genial:

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E é exatamente esse o princípio que uso na hora de me vestir. Penso assim: “hey, isso tá muito arrumadinho, muito Paty. Não tá a minha cara!” E meto um casaco mais pesado pro cima, ou um coturno, ou umas meias coloridas e saio feliz. E aí está a minha maior identificação com ela.

Apesar de eu não curtir seus looks, acho ela é super autêntica. Usa o que tem vontade, sem filtros da mãe, da vó, da vizinha ou da chefe. E esse é o meu grande sonho, de um dia poder ser sem filtros assim e sair pra rua como eu bem entender, sem ficar pensando que vão me achar uma louca, ou ter medo de passar pela minha mãe na próxima esquina e ela me mandar pra casa tirar as meias rasgadas. haaha

Ela conquistou seu espaço justamente por meter a cara a tapa, assumir sua personalidade e ser diferente. Ser o que é, gostem ou não. E por isso merece todo o seu sucesso.

Mas, não me odeiem por isso! Se alguém aí ama Leandra Medine, me ensine a amar também. Me mostre seus reais motivos. Porque eu entro no blog dela, e descubro que ele também é Lu reppeler… 😦

Alguém aí que me entende? Tem que ser muito, muuuito fashion.

Um dia eu chego lá! o/ ou não também…

NORMCORE: Normal is the new fashion

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Ok, todo mundo aqui já deve ter ouvido falar no normcore. O negócio tá bombando mesmo. Mas talvez ninguém entenda muito bem o que isso queira dizer. O normcore é aquele estilo mais básico, limpo e sem grifes aparentes. Aquele estilo despretensioso, que não tem muita informação de moda. 

Seria tipo, “ficar na média”, sabe? Não se destacar. Ser normal. Mas péra, não é esse normal aí que a gente vê todo dia. É um normal diferente. Porque pode ser normal, pode ser simples, pode ser básico. Mas não pode ser simplório, muito menos boring.

Tem dias que eu me sinto boring. Geralmente naqueles dias preguiçosos, em que a inspiração fica na cama enquanto a gente tem que levantar. Nesses dias, a gente automaticamente pega o jeans velho de guerra e combina com o moletom mais surrado, por pura preguiça de pensar. Daí tu sai na rua e pensa: Droga, eu podia ter pegado aquele cachecol. Ou. Podia ter colocado aquele cinto novo com aquela fivela maravilhosamente gigante que nunca usei pq nunca lembro dele.

O normcore é assim. É simples, é básico, pero no mucho. É um normal não tão normal assim, porque pode o look não ter sinais fashionistas, mas não pode é ser um look sem graça. Sabe aquele papo de que a roupa mostra um pouco da nossa personalidade? Pois é, ainda que “normal”, ele tem que seguir mostrando. Agora vcs vão entender bem do que eu to falando.

calca jeans rasgada 4calça jeans destroyedO normcore é assim, ele é caracterizado primeiro por não usar muitas cores na composição. Geralmente fica nos neutros, pra não chamar muito a atenção mesmo. Depois por ter essa carinha de estou vestindo qualquer coisa, quando na verdade não foi bem isso o que aconteceu. Cada peça foi bem pensada no look. Quem nunca?

Mas acima de tudo, aqui quem manda é o conforto e a pegada básica. É uma verdadeira miscelânea de peças básicas, que resulta muitas vezes num over style (acho que acabei de inventar esse termo). Em algo realmente surpreendente.

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Segundo a Capricho, “se vestir beeem casual ganhou este nome para definir as pessoas que não queriam se diferenciar pela moda.” A ideia é se vestir de um jeito desencanado, mas ainda assim descolado, confortável, mas nada desleixado (mesmo que as vezes pareça).
O termo normcore vem da junção das palavras normal + hardcore e foi criado pela empresa de pesquisa de tendência norte-americana K-Hole e difundindo pelo jornal The New York Times.

As celebridades apostam:

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Viu só, dá até pra ser normal tendo personalidade. E vice-versa. E aí, vocês têm apostado de verdade no estilo normcore, ou ainda encontram-se na zona de conforto dos looks que não te representam? 

Eu, que adoro um estilo mais despojado, adorei essa pegada super easy e sem compromissos…

E vcs, o que acham dessa moda camuflada de fora da moda?
E amanhã é sexta-feira, que tal aproveitar o Casual Day – dia oficial de se vestir mais informalmente no trabalho – pra experimentar a tendência?

Beijos.
Lu

Cup of courage

coragem1“Ouse, ouse… ouse tudo!!
Não tenha necessidade de nada!
Não tente adequar sua vida a modelos,
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda… a roubá-la!
Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:
algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!”

— Lou Salomé

Para tudo na vida é preciso coragem, até mesmo para se vestir. Há dias em que estou inspirada, e vejo no meu armário incríveis possibilidades dos mais diversos looks. As combinações vão sendo processadas rapidamente na minha cabeça e os looks se formando lindamente diante dos meus olhos em uma relação mágica com o meu armário.

Nesses dias, quero sair com as peças mais legais, quero extravasar, montar combinações improváveis, misturar peças jamais pensadas. Fazer mix de dourado com prateado ou de cinza com marrom (o que pra mim é um grande desafio).

Mas há fases em que o desânimo bate e parece que nada anda bem, dias em que me sinto sem coragem para enfrentar o mundo. Em que prefiro não chamar atenção, ficar quietinha no meu canto sem ser percebida por ninguém. É nesses momentos que a minha inspiração se esvai, não tenho “saco” pra escolher looks, me sinto insegura para ousar, e o combo jeans, camiseta e sapatilha básicos voltam a protagonizar meus dias. Esses dias são, estranhamente, os mais desconfortáveis. Porque sinto que falta alguma coisa, me sinto incompleta, estranha. Como se a zona de conforto, em vez de colorida, fosse pintada em preto e branco.

Quando eu morava em Porto Alegre, que é uma cidade grande onde existe todo tipo de pessoas que se vestem de todas as formas já inventadas, sendo só mais uma no meio da multidão, me parecia mais fácil ousar. No interior é preciso ter coragem para, primeiro passar pelo julgamento familiar, depois dos amigos, dos colegas de trabalho e de todas as outras pessoas que transitam pelas ruas. O mundo aqui é mais conservador e resistente à novidade. As modas demoram a chegar, as pessoas demoram a se acostumar com o que lhes parece estranho.

E esse desencorajamento muitas vezes toma conta de mim. Me parece mais fácil voltar ao básico, não chamar atenção e não ter que passar pelos olhares reprovadores, que me intimidam e repreendem. É preciso estar disposta para receber elogios e críticas. Aceitar, muitas vezes, o pesado fardo de ser o centro das atenções. Elogios também podem ser inibidores. Quem nunca se pegou dando explicações diante de uma crítica, ou até mesmo de um elogio? “Essa roupa é antiga”, “Comprei super barata” ou “Testei essa nova combinação, mas estou ainda na dúvida se está ok”. Quem nunca?

Às vezes é mais fácil ser igual a todo mundo do que assumir a nossa própria individualidade e autenticidade. É cômodo. Ainda assim, tento não me deixar abalar pelas opiniões alheias. Prefiro continuar sendo eu mesma, e acho que a roupa que usamos diz muito do que temos por dentro. Com ela, comunicamos nosso estado de espírito, passamos mensagens sobre nós mesmos e causamos um impacto nas pessoas. E isso é bom!

Não, não precisa também virar uma árvore de Natal e misturar todas as peças de uma vez se isso não tem nada a ver com o teu estilo. Sair da zona de conforto nos mostra apenas que as possibilidades de combinações são infinitas, e temos escolhas diante delas. É possível fazer do básico algo mais interessante, imprimir um pouco de personalidade no nosso dia a dia. Grande exemplo disso é a Gisele Bündchen, e seu normcore, super básica e ainda assim cheia de vida e personalidade. Muitas vezes, um acessório, uma make arrasante ou um sapato incrível já bastam pra sair do lugar comum.

A roupa implica na autoestima e na autodescoberta. O ritual de vestir diário mexe com a criatividade e pode otimizar as possibilidades dentro do nosso armário ao mesmo tempo em que nos inspira para novas combinações e inspira também quem está ao redor. Isso tem a ver com atitude e com confiança, o que reflete diretamente em como encaramos a vida e cada novo dia.

Que tal começar hoje a fuçar no teu armário, redescobrir tuas roupas e tua própria personalidade? E de quebra se conhecer melhor.

O ato de se vestir tem que ser leve, divertido, mas acima de tudo libertador. Não existe certo e errado já que as escolhas são individuais e intransferíveis. E, a partir delas, é possível se sentir poderosa e muito mais segura para enfrentar o mundo. Um dia nunca é igual ao outro.

E é isso que eu tento mostrar aqui no blog, que as possibilidades estão aí, pairando sobre nossas cabeças. É preciso reconhecê-las, cogitá-las, se identificar com elas. E isso só é possível testando e se permitindo.

Não, eu não quero viver à margem. Toda nova manhã é preciso tomar nossa xícara de coragem para enfrentar o mundo. É preciso ter coragem para ser.

FRANJAS: cowgirl fellings

Parece que o folk/ boho virou mesmo febre e veio pra ficar. É inverno, é verão, e o estilo vintage se renova para encher a estação de personalidade country.

Aliás, estava eu pesquisando sobre franjas, e logo me veio a cabeça essa música do CCR, que eu amoo e tenho escutado bastante ultimanente. Dá o play aí pra entrar no clima:

A característica mais marcante do estilo são as franjas. Elas aparecem tanto em tecidos fluidos, como os pesados como o couro. Em roupas de festa e também nas casuais, daquelas que tu usarias no dia a dia e, claro, pra um passeio no campo.

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As aplicações aparecem em roupas e acessórios e combinam com jeans, couro, botas chapéus e camisas. Além de tecidos fluídos, florais e rendas.

71004acd811873c2249b340a782f7120

franja-vertfranjas-inspiracao-anos-70-de-inverno-32-1127-horzPara não pesar na caracterização cowgirl, misturar outros estilos pode funcionar bem pra dar uma quebrada. Daí entra o étnico, animal print, oxflord, coturnos, as tachas, crucifixos, estilo girlie, estampas nerds e o que mais a tua imaginação mandar.

look-franjas-2Se antes as franjas apareciam discretas, somente em detalhes da produção, agora a pedida é o exagero. Pode abusar!
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Uma forma de investir aos poucos nas franjas é apostar nos acessórios. Pra mim, eles são o que há de mais legal em se tratando de franjas. Eu, que não aderi essa moda assim de cara, curti muito as aplicações de correntes e couros em pulseiras, brincos e colares. Olha só:

FRANJAS

 Que tal começar com os acessórios?! Eu já estou pendendo para o nível 2, de olho em uma bolsa e um casaco de franjas (só tem q ter cuidado pra não cair no sertanejo anos 90 hehe). 

Quem aí já está apostando nas franjas?

lu