O MUNDO NOS TRANSFORMA: agora o stalker é também IG

A vida é uma evolução constante. É muito louco como aquilo que valia tanto em um certo momento, depois de um tempo já não nos diz mais nada, não nos representa mais. A gente vai mudando, repensando conceitos, se reinventando. E isso mostra a nossa evolução, nossa reflexão sobre o mundo e como ele (e as coisas que acontecem nele) também refletem sobre nós.

Junto com a gente, a moda tá sempre mudando também. E a criatividade humana não tem fim. Num dia estamos usando calças saintropez, em outro dia com o cós super alto, num dia os casacos são oversized, em outro mais ajustados. Muito disso é para estimular o consumo, como sabemos, mas também é uma forma de experimentação, de podermos fazer parte das mudanças e entender onde a nossa roda da vida pára, o que gostamos realmente, o que não serve pra nós, qual o nosso verdadeiro estilo. E o mais legal disso tudo, é que ele também pode ser mutante!

Sempre vi a moda como uma forma de expressão, de se comunicar com o mundo. Lá no início do blog, um pouco contrariada, eu queria mostrar tudo o que estava na moda, mesmo coisas que eu não usaria, porque achava que as pessoas deviam poder escolher o que usar. Depois, comecei a perceber que o meu blog precisava mostrar somente o que faz sentido pra mim. E trazer soluções, mostrar como estou lidando e como me posiciono com o que não me serve. E assim foi!

Agora, o Stalker mudou. De novo! E vai mudar ainda mais, porque eu vou mudar. Sou super aberta a mudanças, acho que aí está a verdadeira evolução, entender o nosso momento atual, se readaptar. Mas tudo precisa do seu tempo para acontecer e devemos respeitar o nosso próprio tempo. Hoje esse novo tempo chegou pra mim.

Na verdade, o blog vem mudando não é de hoje, os conteúdos, as formas de mostrar minhas ideias, meus gostos e combinações que estão sempre em movimento, sempre se renovando e refinando (e esse refinando não é no sentido de ficar mais fino/ chique, mas se refinando ao que tem a ver comigo mesmo, ao meu jeito). Mas a essência continua sempre a mesma e a minha personalidade está marcada em cada conteúdo.

Minha ideia aqui é cada vez mais trazer ideias, soluções, assuntos que estão matutando na minha cabeça e olhares diferentes sobre o mundo e a nossa forma de interferir nele. Especialmente por meio da moda.

Essa nova identidade visual, criada pela designer Ana Paula Righi, não por coincidência minha irmã – que inclusive já teve uma participação super ativa no início do blog e que me conhece como ninguém – reflete muito sobre mim. Meu jeito despojado e leve de ser, não gosto de nada muito certinho, mas estou sempre me adaptando às diversas situações que a vida apresenta, equilibrando. As asas, que lembram uma borboleta quando unidas, são cópias das tatuagens que tenho nas canelas, e demonstram esse meu jeito livre e despretensioso de ver a moda e todas as coisas ao meu redor.

Estou sempre cheia de ideias e gosto muito de dividir com vocês! Por isso, decidi criar o instagram do Stalker, mostrando um pouco mais sobre mim, meus looks e as milhares de formas possíveis de usar as tendências que estão por aí. Além de tudo o que faz parte do meu universo, livros, lugares, momentos. E o mais legal, tudo verdadeiro, do jeitinho que tem que ser. Me acompanha lá: @stalkerdemoda.

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O yoga e o momento presente

Comecei a fazer yoga no ano passado e ele me ajudou a virar uma chavinha interna que trouxe uma mudança importante na minha vida. Nessa mesma época, comecei a acompanhar no youtube pessoas que têm um estilo de vida minimalista, e isso fez com que eu repensasse também algumas atitudes. Estou longe de ser uma pessoa minimalista, mas tenho tentando ter mais consciência da minha vida e ações.

CONSCIÊNCIA. Essa é palavra-chave que tem mudado a minha forma de ver as coisas.

No yoga a gente trabalha muito o momento presente. Se desligar de tudo para entrar em um estado profundo de concentração, alcançar uma forte consciência corporal, prestar atenção em cada respiração, cada movimento, sem nenhuma preocupação externa. Nada mais importa, já passou. Para isso, é preciso limpar a mente e afastar os pensamentos. “Deixa que passem, não se atenha em nenhum deles”.

O minimalismo propõe um caminho semelhante, fazer somente o que nos faz bem, ter somente o que nos traz felicidade, focar no momento sem dispersões, não acumular – coisas, emails, afazeres, pensamentos. Tudo que seja excessivo, que não nos faça bem, que nos traga atitudes obsessivas. Desapegar. E principalmente valorizar seu tempo.

São coisas bem diferentes, mas com um ponto em comum. O foco e a valorização do tempo e do momento presente.

Isso me coloca frente a frente com muitas atitudes impensadas que costumo ter no meu dia a dia. O quanto me distraio com coisas menos importantes. O quanto fico ansiosa pelas coisas que preciso fazer. E o quanto tenho prazer em comprar algo novo quando as coisas não estão saindo como o planejado. E após a compra, em vez da alegria, a culpa e a frustração. A sensação ruim não passa, as vezes até piora, pois gastei um dinheiro desnecessário, que poderia ter guardado para um momento mais especial ou importante. Uma viagem, talvez!

Eu não costumo comprar coisas que não uso, mas muitas vezes compro além do que preciso, e me dou conta justamente porque demoro a ter oportunidades de usar. Mesmo assim, sempre dou um jeito de botar tudo em uso. Só que, assim, percebo que tenho coisas demais.

Sou dessas pessoas ansiosas, que quer fazer 200 coisas ao mesmo tempo e não conclui nenhuma. Abro várias janelas no Chrome juntas, começo a ler um texto e não termino, começo um trabalho, e começo outro e começo outro. Isso vai nos deixando frustrados, parece que o tempo não rende e que não fizemos nada. Por isso, essa consciência do tempo presente, do valor do tempo traduzido no dinheiro que eu trabalhei para obter, na produção que não tive, no quanto esse tempo pode ser precioso depois, me mostra o quanto procrastinar pode ser algo prejudicial, assim como gastar mais do que posso ou me distrair com coisas menos importantes.

A teoria é muito bonita, mas na prática é uma mudança muito difícil. Ao menos para mim. A concentração é algo que nos exige muito, por isso quero começar a usar o Método Pomodoro para vencer meus desafios diários. Listas também podem facilitar o nosso dia a dia, pra que nenhuma tarefa seja esquecida. E a consciência do momento presente, ela é conquistada aos poucos, a medida que vamos entendendo que a vida acontece agora e que cada minuto é importante, é vida. Não adianta ficar remoendo o passado, ou pensando no que pode acontecer no futuro. O futuro virá!

Se organizar, descobrir o que realmente precisa e o que é supérfluo. Descobrir o que se gosta de fazer e o que é um fardo. Avaliar a rotina. Valorizar dons e colocá-los em prática. Desapegar do que faz mal. Essa é a consciência que quero ter.

A vontade já tenho, pode ser um passo enorme para as coisas darem certo, para que eu evolua nas asanas do yoga, no trabalho e na vida. Afinal, somos os únicos responsáveis pelas nossas vidas. E cada ato é uma escolha. Façamos as melhores escolhas.

Namastê.

 

 

 

A saia de couro fake e o meu armário funcional

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Lá estava ela, a saia preta. Plena, linda, infalível, estampada na vitrine da loja Lolita do shopping Melancia Mall em Rivera- UY. Ela estava estampada, mas não era estampada. Era pretinha como a noite, básica, comprimento ideal, bolsos utilitários. A saia era de couro fake mas daqueles que parece couro de verdade, com ranhuras e espessura à altura e vestia com maestria a magérrima manequim que fazia pose e olhava pra mim. Era um chamado de sucesso.

Fui ao shopping no domingo à noite para jantar, olhei despretensiosamente para a saia. Mas no outro dia ela matutava na minha cabeça como um martelo: “É perfeita, a marca é boa, é muito a minha cara, vale a pena, vou usar muito nos meus looks diários, pode ser super útil pra algum evento noturno também. É coringa, vai com tudo!” Mas as vezes a gente se engana. Já me deixei levar por esses meus papos anteriormente e eles são bem convincentes. E por conta disso estou lá cheia de peças novas que eu precisava muuuito, e que ainda nem tive a oportunidade de usar.

A SAIA:

 

De 2016 pra cá decidi fazer compras mais conscientes. Apesar de seguir preferindo os outlets e liquidações pra dar uma economizada na hora da compra, deixei de consumir roupas baratex em fast fashions só para ter mais um blusinha da moda. Ao menos estou tentando deixar, tanto que cheguei a ficar de 3 a 4 meses sem comprar nos últimos 2 anos mais de uma vez e por conta disso tenho menos parcelas no cartão e estou conseguindo juntar mais grana para viajar.

O fato é que há alguns meses minha vida deu uma reviravolta, comecei a namorar e minha rotina mudou consideravelmente. Troquei as noites em bares por noites assistindo filmes. Substituí a balada de sábado por fins de semana na estância (ou fazenda, como preferirem). Troquei até mesmo as aulas de spinning na academia pelo yoga (ok, isso não foi por causa do namoro). Os encontros com as amigas se tornaram eventuais e as festas estão escassas. Essas coisas de gente que namora. E, acreditem, isso teve um impacto direto no meu guarda-roupa.

De lá pra cá o tênis branco que comprei há pouco está sempre sujo, as botinhas de salto não tem mais serventia, as saias mini e mais ajustadas foram para o fundo do armário. Foi um processo natural. Minha vida mudou, estou muito feliz, mas tendo um trabalho imenso para readequar meu guarda-roupa. As vezes fico confusa e me deixo levar pela emoção na hora da compra, e acabo adquirindo peças que já não são ideias para o meu dia a dia.

Eu nunca gostei de ter roupas específicas para festas e outras para o dia. Tento colocar o máximo de peças em uso diariamente, e quem já leu parte desse blog sabe que eu faço a maior mistureba nos meus looks para criar novas possibilidades e oportunizar que todas as peças do meu guarda-roupa possam ir para a rua (olhem a pasta Eu por mim mesma do meu Pinterest). Mas trabalhar em um escritório com pessoas que usam todos os dias seu jeans e camisetas básicos as vezes é complicado para quem quer ousar e muitas peças ficam lá esperando seu momento de ver a luz fora do armário. Mesmo assim eu tento não perder a minha personalidade e me vestir do jeito que eu gosto, mesmo tendo que me manter dentro de certos limites do dress code.

Organizando minhas coisas de uma forma que consiga ter acesso fácil à todas as peças, e tirando aquelas que não tem mais a ver com o meu estilo de vida (não todas porque algumas acredito que ainda terei oportunidades de usar), comecei a me dar conta que não adianta ter uma armário com roupas modernas e maravilhosas, e uma saia de couro preta perfeita, se ele não for funcional para a MINHA rotina. Afinal, que tipo de roupas eu preciso hoje? E quais roupas que eu tenho agora no guarda-roupa realmente cabem na minha rotina?

Assim, chego a conclusão que eu querer comprar um sapato lindo com salto agulha vai ser um dinheiro posto fora, já que não terei muitas oportunidades de usar (ou talvez praticamente nenhuma). Por sorte, o salto já não estava mais protagonizando o meu cotidiano já havia um tempo e os Louloux, de sapatos colecionáveis, viraram peças de arte para serem admiradas à distância agora pra mim. E assim, a saia maravilhosa que seria a princesa do dia, se torna a bruxa má que vai fazer eu gastar meu dinheirinho em algo que provavelmente usarei muito pouco e será mais uma peça para ficar encostada no meu armário esperando sua vez.

Por isso, preferi fazer uma lista de coisas que realmente serão úteis e indispensáveis para mim nessa fase da vida (como um tricô de cachemire e uma botinha escura, sem salto), para que eu possa aproveitar ao máximo sem a culpa de ter comprado uma roupa que não vou conseguir usar. Além disso, a organização serviu para resgatar roupas que estavam esquecidas e adaptá-las aos meus novos looks, dando novas caras e possibilidades para elas.

Muitas saias pretas maravilhosas ainda cruzarão o meu caminho, e espero estar preparada para encará-las de frente e dizer: obrigada, mas no momento eu não preciso de ti.

Coisas minimalistas que eu sempre fiz e não sabia

Sempre me considerei uma pessoa muito vaidosa, consumista e um pouco impulsiva. Quando via algo que eu gosto, geralmente preferia nem pensar e já sair comprando, depois pensava nas consequências, tipo Delírios de Consumo de Beck  Bloom, sabe? Ok, exageros a parte,  mesmo com pouca grana, acabava me endividando um pouco para comprar coisas q muitas vezes eu nem precisava. E isso tem me feito refletir, botar no carrinho e só tomar a decisão de compra no dia seguinte. Quando vou a uma loja, vou determinada a comprar as peças certeiras, isso ajuda a não meter o pé na jaca.

Estou falando tudo isso porque tive uma mudança de atitude na minha relação com as compras já faz um tempo porque queria economizar para poder viajar mais. Em paralelo, tenho doado muuita coisa e vendido outras. Assistindo diversos vídeos sobre minimalismo, descobri que tenho seguido alguns princípios minimalistas mesmo sem querer. E, mesmo muito longe de me tornar uma pessoa minimalista, tenho diversas atitudes que fazem parte da minha vida e do meu dia a dia que vão de encontro com essa tendência. E, juro, isso me deixou muito feliz!

Então resolvi compartilhar aqui no blog os momentos minimalistas:

1 Nunca compro aplicativos

Com tantos aplicativos legais e gratuitos e os dias cheios, nunca senti a necessidade de comprar um aplicativo. Sou dessas que sempre dá um jeitinho e arranja aplicativos e programas de computadores similares para chegar aos resultados que quero. Dá um Google aí, gente!

2 Não gasto com faxineira, pedicure e depilação

O que eu posso fazer sozinha, prefiro não pagar pelo serviço. Aprendi a fazer as unhas quando fui morar fora e a grana era curta pra estar gastando a toa. Eu não valorizo uma unha tããão bem feita, então… A faxina nem se fala, na capital uma diarista era inviável, e eu preferia botar a mão na massa e ficar com uma graninha extra para sair com os amigos. A depilação veio depois, no início foi um pouco difícil, não ficou tão direitinho, mas peguei o jeito rápido e a cada 20 dias estou lá dando os retoques. Bom, é questão de prioridades, e essas não são as minhas.

3 Não frequento lavanderias

Lavanderia também entra na linha da faxina, a menos que seja um cobertor muito pesado ou um vestido de festa impecável, nunca gasto com lavanderia, prefiro lavar minhas próprias roupas.

4 Compro maquiagem só quando preciso

Blush usado como sombra e como blush

Eu já tive uma quantidade absurda de maquiagens, não podia ver um novo quarteto de sombras e não levar para casa. Tinha 5 rimels, 3 lápis e 4 delineadores, mil sombras e 10 blushs. Só que comecei a me dar conta que tudo estava ficando vencido e eu não estava conseguindo usar. Então simplesmente parei de comprar. Hoje ainda tenho muitas sombras, mas mantenho todas as minhas maquiagens em uma caixa pequena, e procuro manter somente o que está em uso. Além disso, tenho apostado muito em produtos multi-tarefas. Adoro usar uma sombra como iluminador, ou o blush como sombra, isso também ajuda a acumular menos e carregar menos coisas na bolsa.

5 Não compro lançamentos de produtos eletrônicos

Quando vou comprar um novo aparelho celular, busco um modelo intermediário, com um preço razoável, mas que possa me render no mínimo 1 ou 2 anos de uso sem prejudicar o meu dia a dia. Prefiro manter os produtos eletrônicos até estragar, para daí sim procurar outro. Isso para TV, celular, computadores, a menos que fiquei realmente muito antigos, daí não tem jeito, tem que trocar!

6 Costumo comer em casa e carregar lanchinhos

Uma coisa que tenho feito ao longo de anos é tirar os embutidos e comidas prontas da minha dieta. Eles são cheios de conservantes, sódio e porcarias. Também nessa de estar sempre com a grana curta, não tenho o costume de comer muito fora, porque acabo achando um gasto desnecessário. Então, carrego sempre meus lanchinhos que compro muito mais barato no supermercado, ou faço em casa. Dou preferência pra frutas e produtos mais naturais que, consequentemente, não geram lixo.

7 Só tenho roupas que eu realmente uso

Ok, isso é super difícil e muitas vezes acabo descobrindo peças que adoro e uso pouco. Quando isso acontece, já separo aquela roupa para ser usada imediatamente, e invento algum look com ela. Se vejo que não vai ter jeito, já descarto. Outras coisas resolvi vender, já que são peças novas, caras, que tiveram pouco uso e já não tem mais a ver comigo. Para aproveitar ainda mais meu guarda-roupa, gosto de misturar estampas, texturas e peças improváveis. Isso torna as possibilidades quase infinitas. Eu adoro uma promoção, mas tenho procurado também comprar roupas de qualidade, assim duram mais e não precisa ficar trocando toda hora, é difícil resistir a uma blusinha nova de R$20, mas estou tentando – meta do ano!

Tô me achando suuuper minimalista depois dessa lista. Lembrando que minimalismo não é o que a gente usa, e sim uma forma de simplificar a vida!

Cliquem aqui e para visitar minha lojinha no Enjoei.

Meias verdades: como incluir meias no look

Eu sempre adorei meias, quando o verão se vai e chega o ventinho outonal, vou logo apelando para as quentinhas e maravilhosas meias que abrigam os pés e emprestam uma vibe fun ao look.

Das meias calças, às básicas e divertidas soquetes, as opções se multiplicam para todo o tipo de gosto. Eu trouxe aqui um montão de inspiração pra mostrar como é possível criar todo tipo de composição com meias, desde as mais básicas e esportivas, até as mais elaboradas.

As meias viraram protagonistas quando surgiram nas versões glam em lurex ou arrastão (ou, como chamam agora, fishnet). Já falei delas aqui. Pega um look básico, taca uma meia de lurex, e tchanamm, glamourizou!

Assim, as meias passaram a ser usadas não só com tênis, mas também com sapatos mais sociais, mocassins, oxfords e até scarpin. E se a fishnet tiver rasgadinha, não tem problema, usa assim mesmo que dá uma dramaticidade. 😄👌

Meia com sandália também pode, e cada vez pode mais. Prova disso, é que temos um post nesse mesmo blog que vos fala, de maio de 2013 sobre o assunto, aqui! E pra isso não tem regra, pode ser  as meias da modinha, ou pode ser algodão mesmo, brancas, coloridas, roubadas do pai, da academia, com estampa de bichinho ou bordada. Só depende da tua vibe e do teu humor.

Aliás, as meias esportivas foram pras ruas com tudo, e eu juro que eu já usava scarpin com meia de algodão lá no início dos anos 2000, porque eu que não ia ficar congelando meus dedinhos. E olha como pode ficar legal se a pessoa tem estilo:

E por fim, mas não mais importante, meias com botas. Em vez de deixá-las escondidas, faz elas aparecerem. Pode ser as mais curtinhas, de lã ou 7/8, enrugadinha ou esticada. Olha como fica legal:

Aliás, eu sempre acreditei que essa coisa de ter ou não ter estilo é algo muito pessoal. O nosso estilo é a gente quem cria, e por mais básica que a pessoa seja, se um dia resolver ousar, ainda assim estará dentro do seu estilo. A gente pode tudo, é só querer!!

Só falo verdades 😉